Besamos la lona

>)))°> Olá amigos do Bloglorioso!

Antes de comentar sobre a eliminação do Peixe na Libertadores, me permito citar um nome “indispensável” na lista de dispensas para o ano que vem: Leandro Donizete. Vá com Deus, meu filho! Vai ser feliz lá em Minas! Lugar que te ama, que te idolatra e que você deixou claro que não gostaria de ter deixado… Lá você tem a certeza que existe um alvinegro que te merece… Afinal, teu futebol é tão consistente quanto um pão de queijo… Volta pra BH, mas antes passa no RH.

Voltando à lista, no post passado também comentei sobre o retorno de Ricardo Oliveira. Lá no Equador ele se movimentou, saiu da área, buscou jogo e foi um dos melhores em campo. Na Vila foi diferente. Dessa vez o Barcelona o encaixou com marcação individual. Sem Lucas Lima, com Vecchio e menos mobilidade do Santos no meio, o time equatoriano entrou em campo disposto a ser um encosto para o Pastor, provocar e anular o Bruno Henrique, e matar qualquer ação de ataque do Peixe.

Devido a falta de qualidade do jogo – pois se tratou de uma guerra e não de uma partida de futebol – os goleiros não foram muito exigidos. Prevaleceu a marcação e a pancadaria, com total aval do árbitro peruano. Na primeira etapa, em um único lance de perigo para ambos, uma defesa de Vanderlei e uma bola na trave de Banguera. Na etapa final, um vacilo da zaga, uma bola aérea e o fim da Libertadores para o Santos.

A partir do gol do Barcelona, o jogo acabou. Não houve mais jogo. Enquanto passava um filme em nossas cabeças de mais de trinta e poucos anos sem derrota para times estrangeiros na Vila, a invencibilidade no torneio atual, os empates suados no Peru, na Colômbia e na Bolívia, a vitória espetacular no Paraná e depois o avanço com muita sorte na Vila, o adversário usava a arma letal que nunca tivemos: a catimba, com muito aval do árbitro.

Em modo geral o Santos até que foi longe demais. Temos um time – razoável – mas não temos uma equipe, um elenco. Dois desfalques e o time perde a cara, perde o poder de criação e time reserva, definitivamente não existe. A zaga se portou bem durante todo o torneio, nosso goleiro é o melhor da América, mas o Peixe depende muito do nosso meia de cristal, o rei dos cartões e que escolhe jogo pra jogar – preferência ao poker. Alison supriu bem a saída de Thiago Maia, mas a diretoria não pensou na reposição de Renato e Ricardo Oliveira – não são mais garotos. Ontem, nas condições da partida, o zagueiro Noguera foi a opção mais efetiva de ataque.

É preciso pensar no geral, no que se pode tirar ainda do ano, no G4 do Brasileirão e, principalmente, em 2018. E quem pode pensar em 2018? Você, torcedor, sócio que vai às urnas em dezembro. Pense bem e, acima de tudo, pense sempre e apenas no melhor para o Santos Futebol Clube.

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Foto de capa: Ivan Storti / Santos FC

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